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sábado, 28 de maio de 2016





19:30 do dia 27 de maio, o estudante de fotografia Eduardo Paiva realizou uma sessão de fotos com o professor Siéllysson Francisco interpretando o personagem do monólogo “Eu, Pessoa?”.
“Convidei Eduardo para fazer um registro meu no processo de transformação para o personagem O Morcego do monólogo que faço inspirado nos poemas de Augusto dos Anjos e Fernando Pessoa. Ao terminar as fotos ele quis me registrar como um monge medieval; adoramos a ideia e as fotos serão selecionadas para uma exibição em nossos encontros poéticos em minha residência. Tenho pretensões de apresentar o monólogo no lançamento do meu livro de poesias” Afirma Siéllysson. Para Eduardo “Siéllysson tem um pé o passado e se enquadra perfeitamente neste aspecto medieval”
 Amostra das fotos será para o 19º encontro poético que acontecerá na residência do professor. Vejam os bastidores da sessão:

sábado, 14 de maio de 2016


Em abril deste ano a TV Assembleia deu início as gravações de uma série jornalística sobre a cidade de Santa Rita. Logo após assistirem ao documentário de Luis Carlos Cunha "Nos Caminhos de Santa Rita: atrações Turísticas Locais" a produção interessou-se em fazer uma matéria que tornou-se uma série passada uma vez por semana. Nela estão: Manezinho dos índios (Ativista cultural), Marcelo Gomes (Cientista da Religião), o pároco do Santuário de Santa Rita, Marcelo Góis (Guia turístico), Ivonaldo Rodrigues (teatrólogo) e o historiador Siéllysson Francisco. Agora em vídeos vocês poderão assisti-los.

 Bloco I - Parte I:  Participação Siéllysson Francisco
Parte II:
participação: Marcelo Gomes

II Bloco: Marcelo Góis

II - Bloco Parte II , sobre a economia

OBS: Por motivos técnicos no provedor a matéria não está completa. Estamos organizando e logo publicaremos completa.

quinta-feira, 12 de maio de 2016




Em junho de 2011 a estudante Jeniffer da Silva Vitorino apresentou seu trabalho de conclusão de curso, titulado  “A história de Santa Rita contada em duas versões”.

Veja trecho do trabalho:

A jovem fez uma análise comparativa sobre a forma de Siéllysson tratar a formação da cidade e a do autor José de Arimatéia, autor de Santa Rita e seus vultos folclóricos. "Minha pesquisa tem como objetivo compreender como foi escrita a história da cidade de Santa Rita através da construção desses dois autores, mostrando como eles possuem modos particulares de controle sobre o saber." Este foi um trecho do resumo. Ela segue "...a necessidade de compreender como se dá o processo de construção histórica por esses autores assim, iniciei este trabalho de análise historiográfica das obras: Santa Rita: a herança Cristã do Real ao Cumbe (2007) e Santa Rita e seus vultos folclóricos (1999), cujos autores são nascidos e residentes nessa cidade. Para o desenvolvimento desta pesquisa, utilizarei a perspectiva de análise historiográfica, com o interesse de refletir sobre como foi escrita a história da cidade, saber como os acontecimentos ocorridos nessa localidade foram construídos pelos autores Siéllysson Francisco da Silva e José Arimateia Alves de Santana".

"Este artigo mostra como os referidos autores possuem modos particulares de abordarem o mesmo tema, que é a cidade de Santa Rita, como trabalham com as fontes históricas, como é transmitido e o que foi tornado monumento por eles. Um deles se posiciona a descrever os fatos e contar o cotidiano de alguns moradores, porém de forma simples, sem questionamentos, dando seu posicionamento em alguns fatos relatados. O outro escreve mais teoricamente com discussão de ideias e análise dos fatos."

Ela conclui se trabalho "A abordagem do livro de Silva (2007) é voltada à história do Patrimônio Cultural, falando sobre a importância das capelas na vida dos engenhos, além de descrever os seus estilos arquitetônicos. Santana (1999) também fala das capelas que existem ou existiram na cidade, porém de forma diferente, pois ele conta histórias que povoaram o imaginário dos moradores mais antigos da região, fatos inusitados que aconteceram e que envolviam as capelas.

segunda-feira, 9 de maio de 2016



Alunos apresentando sua pesquisa


No dia 28 de abril alunos do IFPB (Instituo Federal da Paraíba, em Santa Rita) apresentaram uma pesquisa sobre o trabalho cultural do professor Siéllysson na cidade de Santa Rita. Organizado por Alisson Ramon, Jailma Santos e outros alunos, o seminário terminou com um vídeo sobre o mesmo.

 Em 2010, na Universidade Estadual da Paraíba, o livro de Siéllysson “Santa Rita: a herança cristã do Real ao Cumbe” serve como objeto de estudo em um trabalho titulado “A história de Santa Rita contada em duas versões” no Departamento de Geo-História. É o primeiro trabalho acadêmico a utilizar seu livro como objeto de estudo
Recentemente alunos do Instituo Nossa Senhora de Fátima realizaram um vídeo com o professor falando sobre a história do município de Santa Rita.
"Para mim, tudo isso é reconhecimento do trabalho que faço com dedicação, respeito e amor ao nosso município" Afirma o professor.

Os trabalhos do mesmo também já foram objetos de pesquisa em Universidade.
Acesse: Com Thayane Moreira.



sexta-feira, 22 de abril de 2016



A cidade de Santa Rita será mais uma vez pauta de uma programação de TV, desta vez da TV Assembleia. Embora escândalos políticos e a violência no município tenham sido destaque durante um tempo nos telejornais locais, a pauta desta vez não é política nem a violência, mas sim as capelas. Santa Rita tem mais de 18 capelas, algumas em ruínas e outras em bom estado para visitações.
A TV Assembleia está com uma série sobre o patrimônio histórico paraibano, que se iniciou com a cidade de João Pessoa, chega até Santa Rita e seguirá pelas cidades paraibanas.
A matéria contou com a participação do Técnico em Turismo Marcelo Gomes, o documentarista Luis Carlos Cunha e o historiador Siéllysson Francisco. As gravações foram realizadas nesta sexta-feira,22 de abril de 2016.
Vejam as imagens dos bastidores. Autoria de Luis Carlos Cunha.













segunda-feira, 11 de abril de 2016



Há alguns anos escrevi sobre a emancipação política de Santa Rita e suas respectivas datas. Novamente estou aqui falando sobre este fato histórico que não entra em acordo com opiniões de muitos historiadores. Agora vamos analisar os motivos que levam as diversas interpretações da data de comemoração da emancipação política da cidade de Santa Rita.
O povoado de Cumbe (assim era chamada a localidade que deu origem a cidade de santa Rita) teve sua ocupação em 1586, passando depois por várias categorias como freguesia, vila foi somente no ano de 1880, por meio do decreto Nº 10 de 09 de março que foi criada a emancipação deste território, porém só foi publicada no diário oficial em 19 de março do mesmo ano.
Está aí a questão “A lei entra em vigor quando é criada ou quando é oficializada por meio de uma publicação?” Se você pensou como advogado ou jurista a segunda opção está certa.
Entretanto, estamos falando da criação da independência de uma cidade, o que devemos levar em conta: o dia em que pessoas organizaram a documentação dizendo que esta localidade agora era independente da capital.
Se você pensou como historiador, o que vale é o documento que foi escrito primeiro, sendo assim, a data de comemoração seria o dia 09 de março. Atualmente a data oficial está sendo o dia da publicação 19 de março, conforme foi estabelecido no último governo de Marcos Odilon Ribeiro Coutinho. Então, vamos fazer como fora feito no dia 19 de março de 1890: COMEMORAR! Vejam a descrição do jornal A Gazeta da Parahyba de 20 de Março de 1980.
“Apesar da chuva que durante toda a noite de sexta-feira caiu neste município e ali na Capital, o que impediu o comparecimento de muitas pessoas teriam vindo assistir a festa de instalação da vila e posse da intendência, esteve aquela animada apesar de pouco concorrida. Veio o presidente da intendência da Capital, com seu secretário, bem como a banda de música do 27° batalhão. Neste ano, qual será mesmo a banda que vai tocar? 

Texto publicado no Santa Rita em Foco, março de 2016
Fotografia: Viégas Fhoto (Detalhe da Praça Getpulio Vargas, na década de 1960)

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